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Lições de Finanças Pessoais do Super Mario

Além de ser, praticamente, uma máquina de fazer dinheiro para a Nintendo, os jogos do Super Mario também podem ensinar valiosas lições sobre finanças pessoais para os seus jogadores, ainda que de forma não intencional.


Pexels

Sem dúvida alguma, qualquer pessoa que já tenha jogado um videogame na vida conhece o Super Mario. O mascote da Nintendo é símbolo de uma era de ouro dos jogos clássicos e, até hoje, ainda faz muito sucesso, quebrando recordes de venda sempre que lança um game novo.


Tendo começado como herói do clássico jogo “Donkey Kong”, Mario é hoje uma das propriedades intelectuais mais valiosas do mundo dos games. Com mais de 35 anos de história, já acumula dezenas de jogos, filme, revistas em quadrinhos, animações e bonecos.


Além de ser, praticamente, uma máquina de fazer dinheiro para a Nintendo, os jogos do Super Mario também podem ensinar valiosas lições sobre finanças pessoais para os seus jogadores (ainda que de forma não intencional). Pensando nisso, falaremos a seguir sobre alguns ensinamentos financeiros que podem ser obtidos jogando os jogos da franquia Super Mario Bros.


Junte todas as moedinhas


Uma das principais características dos jogos clássicos do Super Mario é a de colecionar moedinhas de ouro. Geralmente, após conseguir 100 moedas, o encanador bigodudo ganha mais uma vida, ficando mais forte para prosseguir com a sua aventura.


No mundo real, juntar dinheiro não vai te dar uma vida extra, mas pode deixar aquela que você já possui muito mais segura. Acumular as “moedinhas” para formar uma reserva de emergência e, em seguida, investir para fazer o seu dinheiro render pode lhe ajudar muito quando chegarem as fases mais difíceis.


Persista, mesmo que a princesa esteja em outro castelo

Imagine a frustração de enfrentar inimigos, pular sobre plataformas, entrar pelo cano (literalmente) durante várias fases para chegar ao final do castelo e descobrir que a princesa não estava lá. É o suficiente para deixar qualquer um frustrado. Porém, Mario nunca desistiu e ia, com muita garra, de castelo em castelo procurando a Princesa Peach.


Ao cuidar das nossas finanças, muitas vezes sentimos uma frustração muito parecida, ao descobrir que aquela aplicação não é tão rentável assim ou então que aquele negócio que parecia ser a sua grande chance de enriquecer não passava de uma pirâmide financeira disfarçada.


Entretanto, é importante não perder o entusiasmo e persistir. Afinal, como veremos a seguir, muitas vezes é errando que se aprende.


A prática leva à perfeição


A menos que você seja um gênio dos videogames, provavelmente você não derrotou Bowser na primeira tentativa. A maioria de nós perdeu várias e várias horas morrendo para Goombas, Koopatroopas e vários outros inimigos do Reino dos Cogumelos enquanto tentávamos salvar a princesa.


Na verdade, essa é justamente a graça de jogar Super Mario: jogar até ficar bom e sentir a satisfação de completar o game!


Quando nós falamos de finanças, não é muito diferente. Nem sempre você vai acertar, às vezes você pode acabar colocando o seu dinheiro em investimentos que não vão dar certo. Mas, com o tempo, você irá se tornar mais experiente, vai entender melhor o seu perfil de risco e conseguirá investir de maneira mais eficiente e certeira.


Acumular "power-ups" pode te ajudar nas fases mais difíceis


Os power-ups (ou “poderzinhos”, como chamávamos quando éramos crianças) são itens que Mario coleta ao longo do jogo e que o deixam mais poderoso. É o caso do cogumelo mágico que o deixa maior ou da flor que faz com que ele ganhe a habilidade de atirar bolas de fogo por algum motivo.


Uma das coisas que aprendemos jogando Super Mario é justamente não enfrentar os níveis mais difíceis sem power-ups. Às vezes, vale a pena voltar para as primeiras fases e conseguir alguns poderes extras antes de prosseguir com o jogo.


O mesmo raciocínio pode ser aplicado às nossas finanças. No mundo financeiro, chamamos esses power-ups acumulados para as fases difíceis de “Reserva de Emergência”.


Basicamente, ela consiste em um valor separado em alguma aplicação de baixo risco que servirá como um suporte caso aconteça algum imprevisto. A reserva de emergência deve ser sempre o primeiro investimento a ser realizado por qualquer pessoa, ficando disponível para o caso de uma necessidade inesperada.


O recomendado é que seja guardado o suficiente para cobrir cerca de seis meses a um ano das suas despesas essenciais, sempre em uma aplicação com alta segurança, liquidez e baixa volatilidade.


Assim, da mesma forma que o Mario sobrevive a um golpe de um vilão se tiver um cogumelo, você, com a sua reserva de emergência, vai sobreviver se perder o emprego, sofrer uma urgência médica ou mesmo qualquer outro acontecimento que interfira nas suas finanças.


Fonte: Portal Contábeis

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