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PMEs: ofertas de crédito digital se fortalecem como alternativa para a categoria

Com o impacto da pandemia nos empreendimentos, a busca por crédito pode ser a solução para reforçar o capital de giro e readequar o fluxo de caixa.


Pexels

Após dois anos enfrentando as consequências da pandemia de Covid-19, que impactou diretamente os empreendimentos, entre outras tantas coisas, a busca por opções de crédito faz parte da rotina de empresas brasileiras, principalmente as PMEs.


A categoria foi muito afetada pelos desdobramentos da pandemia e muitos empresários precisaram buscar alternativas para reorganizar seus negócios, equilibrar as contas e voltar a crescer.


Dados do Indicador de Demanda das Empresas por Crédito da Serasa Experian apontam que a procura de crédito por empresas cresceu 20% no Brasil em janeiro de 2022 na comparação com o mesmo período de 2021. Nesse cenário, a agilidade e desburocratização do crédito digital ganharam força em relação ao financiamento bancário convencional.


Mas antes de solicitar o recurso, é recomendado que o empresário olhe para seu negócio e faça uma autoavaliação do momento atual da companhia e caminhos que podem ser trilhados para uma melhor decisão.


“A busca por crédito é sempre um passo importante, seja para ampliação dos negócios, aumento do estoque, compra de equipamentos ou contratação de pessoas. Para isso, é fundamental avaliar a situação da companhia e quais são os objetivos. O ideal é contar com um planejamento financeiro e ponderar as melhores opções de acesso a esses recursos”, recomenda Maryelen Denardi, gerente executiva do BS2.


Ainda segundo a gerente, instituições financeiras focadas em empresas tendem a oferecer melhores soluções e experiências, de acordo com a necessidade de cada negócio, por isso vale a pena conferir diferentes ofertas de mercado.


Modalidades de crédito


Uma das modalidades mais procuradas é a antecipação de recebíveis, financiamento de curto prazo, flexível na forma e prazo de pagamento, e ideal para equilibrar as contas e o fluxo de caixa.


Segundo dados divulgados pelo Banco Central, do volume total de crédito concedido para empresas no mês de outubro de 2021, duplicatas e demais recebíveis alcançaram a marca de 8,9%, já os destinados ao capital de giro de longo prazo cresceram somente 1,2%.


Para ter acesso ao recurso de curto prazo, é recomendável optar pela antecipação de recebíveis de cartões de crédito, duplicatas ou direitos creditórios. Nessa modalidade, a empresa recebe à vista o que vendeu a prazo por meio de maquininhas e outros meios de pagamento.


“Ao fazer isso, reduz o prazo médio de recebimento de suas vendas, gerando liquidez imediata para pagar contas com vencimento próximo, sejam elas de fornecedores, prestadores de serviços ou funcionários”, explica. Os recebíveis também se tornam fonte direta de recursos, podendo ser utilizados em garantia de operações de empréstimo ou financiamento de curto, médio e longo prazo.


Diante de todas essas modalidades disponíveis, toda empresa precisa estar atenta para não transformar o recurso obtido em dívida. Para isso, é importante olhar para as necessidades financeiras atuais e linhas de financiamento com melhores taxas e condições, de maneira que o caixa fique equilibrado e a empresa possa crescer de maneira sustentável.


Fonte: Portal Contábeis com informações Banco BS2 e JeffreyGroup


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